segunda-feira, 22 de junho de 2020

Café Filosófico: Foucault, Deleuze e Derrida frente à crise - Scarlett Marton

Café Filosófico: Foucault, Deleuze e Derrida frente à crise - Scarlett Marton



A interpretação dos fatos através da desconstrução e reinterpretação da atualidade. Informação pode ser compreendida também conceitualizar e documentar. A filosofia conceituou sem falar de informação, mas o que fez foi criar conceitos documentados, isto é, informação. A informação como base do conhecimento filosófico é realidade dos primeiros pensadores da história da filosofia. 
As novas tecnologias são frutos do conhecimento, da transformação do pensamento, vivemos o espaço de outra forma, uma outra visão de sujeito, novas características, novos avatares, grupos próximos e ao mesmo tempo longe. Ligados na interpretação das coisas, na crítica das coisas, a transgressão "rebelde", independente, sem receitas, política como recriação.  Recriação só pode existir na crítica. Esses pensadores são os grandes críticos da modernidade. Pensadores "rebeldes" da herança e vieses de Nietzsche. Pensamentos que nos legaram a teoria e prática pós-modernas.

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Lista Chave da Avaliação de Tecnologias por Michael Scriven

Lista Chave da Avaliação de Tecnologias (AT) por Michael Scriven*


  1. Nome, objetivo e natureza da Tecnologia. 
    • O que será avaliado? A descrição deve fornecer uma visão geral e um método de identificação da tecnologia utilizada.
  2. Teste de Desempenho.
    • Testar inclui testar a ergonomia (interface humana) da facilidade de aprendizado/uso, segurança, e assim por diante- e quaisquer outras características do design que não são testadas em outras rubricas. Assim, a estética do design deve ser testada no mercado onde houver sinais de reações fortemente favoráveis/não favoráveis, visto que isto afeta o uso e as vendas.
    • Testar inclui testar todas as 'características e falhas' que estejam relacionadas ao uso pretendido do produto ou não; bebês não leem manuais de instrução e sinais de aviso. E isso inclui encontrar características e defeitos não aparentes a partir de estudos de uso.
  3. População Impactada.
    • Quem será (ou foi) afetado, direta ou indiretamente?
  4. Análise de Custo.
    • Para cada subgrupo da população impactada. Deve incluir custos não monetários e monetários, por exemplo, custos à saúde, custos à qualidade de vida e vida profissional (por exemplo, nível de barulho), custos legais e éticos, isto é, todos os resultados negativos relacionados à obtenção e sustento da tecnologia. A AT é notável por sua preocupação com o impacto ambiental, por exemplo, efeitos sobre recursos escassos, poluição, efeitos da infraestrutura (por exemplo, as estradas e não as não as operações de mineração em si), perda de empregos, principalmente para grupos específicos (minorias, mulheres, mães, e assim por diante), efeitos sobre o setor privado, sobre a centralização do poder e habitação - tudo isto imediatamente e em  longo prazo, incluindo desdobramentos prováveis (note o componente do futurismo).
  5. Análise de Benefícios.
    • O outro lado da moeda dos custos. Notadamente os retornos à sociedade, como a geração de empregos (para começar e como os resultados da tecnologia), contribuições ao conhecimento ou progresso da tecnologia, empoderamento, redução da urbanização excessiva e benefícios éticos como melhorias nos direitos humanos; mais uma vez, imediatamente e em longo prazo, e derivações.
  6. Comparações.
    • Quais são as alternativas? Como elas se comparam? É hora de lembrar as lições da tecnologia apropriada. Heliógrafos provavelmente são melhores do que telégrafos, mas eles são esquecidos no andar do progresso, concebido de maneira simplista.
  7. Impacto sobre o mercado.
    • Aqui, é preciso distinguir diversos tipos de mercado: o 'mercado natural' (como com a apócrifa melhor ratoeira - o mercado encontra o produto) vs. o mercado artificial (cosméticos) vs. o mercado assistido (informações sem a venda ativa, por exemplo, planejamento familiar, mas possivelmente com algum esforço para relacionar populações para as quais não há retorno líquido independente, mas que se beneficiariam coletivamente, por exemplo, videodisk em escolas), mais uma vez, procure resultados de curto e longo prazo da tecnologia e das derivações prováveis.
  8. Avaliação Geral.
    • Combina o descrito anteriormente e se relaciona a questões relevantes, normalmente se deve oferecer apoio por meio de investimento de recursos escassos, facilitação etc., ou mudar para um banimento ou taxação. Normalmente, requer uma análise mais focada no custo-benefício do que uma de custo-efetividade direta. 
  9. Recomendações.
    • Se o conhecimento local e político for bom o bastante; nem sempre possível, mesmo quando uma AT abrangente é realizada porque, por exemplo, pode-se não ser capaz de prever qual será a resposta do mercado de capital a uma nova oferta. 
Referência: SCRIVEN, Michael. Avaliação, um guia de conceitos. Editora Paz e Terra. Rio de Janeiro. 2018.
Michael Scriven é professor honorário no departamento de Ciência Organizacional e do Comportamento da Claremont Graduate University, na Califórnia, EUA. Foi presidente da American Educational Research Association (AERA) e da American Evaluation Association (AEA). Recebeu prêmios diversos, incluindo o Lazarsfeld Award da AEA, por suas contribuições à Teoria da Avaliação. É autor de mais de 400 publicações nas áreas de Avaliação, Filosofia da Ciência e Computação.

Para lembrar: 

LISTA-CHAVE DE VERIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO (KEC).

Michael Scriven - Avaliação Um Guia de Conceitos


  1. DESCRIÇÃO: O que será avaliado? A descrição deve fornecer uma visão geral e um método de identificação do mesmo programa.
  2. ANTECEDENTES E CONTEXTO: A base da perspectiva e delineamento. (formativa vs. somativa, rigorosa vs. ritualística, baseada em objetivos vs. livre de objetivos...).
  3. CONSUMIDOR: Quem é impactado pelos efeitos diretos e indiretos do avaliado, o 'grupo impactado ao final da linha'.
  4. RECURSOS: O que está disponível para uso pelo ou para o avaliado?
  5. VALORES: A fonte dos parâmetros para converter fatos em conclusões avaliativas.
  6. PROCESSO: Aplicam-se os valores identificados no ítem 5 ao processo que identificou-se na Descrição (ítem 1). Em seguida aplica-se aos Recursos (ítem 4).
  7. RESULTADOS: Quais efeitos são produzidos pelo avaliado, intencionais ou não?
  8. CUSTOS: Monetário vs. Psicológico vs. De pessoal vs. Tempo vs. Espaço; inicial de. Recorrente; direto vs. Indireto; nominal vs. Descontado; atual vs de oportunidade; por componentes; quando apropriados.
  9. COMPARAÇÕES: com opções alternativas - inclua opções reconhecidas e não reconhecidas, as disponíveis atualmente das que podem ser construídas.
  10. GENERABILIDADE: Utilidade, se usado por ou para outras pessoas/ lugares/tempos/versões.
  11. SIGNIFICÂNCIA: Uma classificação da importância geral, aplicada a uma síntese, custo-eficácia.
  12. RECOMENDAÇÕES: Elas podem ou não serem solicitadas, e podem ou não acompanhar uma avaliação.
  13. RELATÓRIO: O vocabulário, extensão, formato, meio, tempo, localização e pessoal para apresentação.
  14. META-AVALIAÇÃO: Este ponto de verificação é a ligação para um segundo nível de avaliação - Avaliação da avaliação da avaliação).

sexta-feira, 12 de junho de 2020

O Valor da Informação – Dicas Importantes

O Valor da Informação – Dicas Importantes

A informação é um patrimônio muito valioso de uma empresa ou indivíduo. Ela procede da coleta de dados diários. Esses dados são processados e estruturados levando a tomada de decisões. Tornam-se informação. Essas informações produzem decisões, que associadas às interpretações e as experiências humanas produzem o conhecimento. A utilização do conhecimento pode ampliá-lo, aperfeiçoá-lo e melhorar suas estratégias. Todavia, pode haver perdas, danos, informações imprecisas ou acesso indevido. Por isso é de muita importância a defesa das informações.

Na proteção da informação existem cinco pilares:

1.    Integridade: a informação deve ser confiável.

2.    Disponibilidade: a informação precisa estar disponível às pessoas autorizadas. Um provedor que “cai” e as pessoas não têm acesso à informação é uma falha de segurança.

3.    Não repúdio: emissor e receptor não podem negar comunicação entre eles. Como funciona, por exemplo, a assinatura eletrônica. O não repúdio pode ser usado nos tribunais.

4.    Autenticidade: a informação é realmente da fonte anunciada. Cuidado com e-mails falsos, boletos falsos e sites falsos.

5.    Confidencialidade: o acesso à informação deve ser para quem é permitido. Será que quem acessar aquela informação pode acessá-la? Se houver acesso indevido quais problemas vão acarretar?

Qual o ciclo de vida de uma informação? Nem sempre uma vulnerabilidade pode se tornar um alvo de ataques. Mas é possível. Por isso, toda vulnerabilidade, seja no lugar que a informação é armazenada (hardware, instalação predial, roubos) ou em sua operação (software, mau uso do sistema, bugs, códigos viciados, senhas fracas), deve ser identificada, analisada e constantemente monitorada. Todo monitoramento deve levar em conta o manuseio, o armazenamento, o transporte e o descarte da informação.

Toda ameaça pode se concretizar através de uma vulnerabilidade e causar impactos a uma organização ou a indivíduos. Esses impactos podem ir de leves a graves, muitas vezes ligados à confiabilidade da informação. Saiba que uma informação pode ser:

1.    Irrestrita – qualquer um pode acessar.

2.    Restrita – pessoas autorizadas podem acessar. Se “vazar” não causa impactos graves.

3.    Confidencial – algumas pessoas podem acessar.  Se “vazar” causa impactos médios a graves.

4.    Secreta – Poucas pessoas têm acesso. Se “vazar” causa impactos graves.

Cuide de suas informações. Pode ser uma senha bancária, um aplicativo de banco, arquivos confidenciais, imagens particulares, banco de dados de uma organização, documentos de identificação pessoal. Cuidado, pois uma vulnerabilidade são as redes sociais, fornecem muitas vezes dados postados pelos usuários que podem se tornar fonte para ameaças. Acredita que até lixo, papéis jogados fora, se tornaram material para ameaças e ataques? Há muita informação pessoal ou corporativa que indivíduos maliciosos podem explorar. Cuide-se, não se exponha!

Márcio Ruben – Gestão da Segurança da Informação

Visite:

Gestão da Avaliação


segunda-feira, 18 de maio de 2020

Seminário ENCE "Bem-estar social no Brasil: da expectativa cidadã, aonde chegamos e os futuros pós-pandemia"


Indicação do Professor Paulo Jannuzzi

(HOJE - PARTICIPE 16H)
"Acho que interessa a vcs !
Seminário ENCE "Bem-estar social no Brasil: da expectativa cidadã, aonde chegamos e os futuros pós-pandemia" com Jorge Abrahão de Castro as 16h-17h30. Link: https://ibge-poc.webex.com/ibge-poc-pt/j.php?MTID=m9f0afea6f2d56423cfd8ca2cdf439aa1 "

terça-feira, 12 de maio de 2020

Prof. Paulo Jannuzzi e os Meus Professores

Prof. Paulo Jannuzzi e os Meus Professores!


É um grande privilégio ter o professor Paulo Jannuzzi como mestre. Na simplicidade, sem muitas pompas, jeito calmo de ensinar, parece até que tudo é fácil. A grande quantidade de informações, dados estatísticos. Gráficos e planilhas do IBGE. História das avaliações, história do desenvolvimento das coletas de dados, história da estatística. Conhecimento profundo e compartilhado sem restrições.
Parabéns professor, uma grande honra ser seu aluno! Tenho orgulho de meus professores entre eles, que passaram pela vida e marcaram,  Teresa Penna Firme, Paulo Jannuzzi, Beth Moreira, Juarez Thives e outros excelentes professores.


"O aprendizado do ensinante ao ensinar não se dá necessariamente através da retificação que o aprendiz lhe faça de erros cometidos. O aprendizado do ensinante ao ensinar se verifica à medida em que o ensinante, humilde, aberto,se  ache permanentemente disponível a repensar o pensado, rever-se em suas posições em que procura envolver-se com a curiosidade dos alunos e dos diferentes caminhos e veredas, que ela os faz percorrer. Alguns desses caminhos e algumas dessas veredas, que a curiosidade às vezes quase virgem dos alunos percorre, estão grávidas de sugestões, de perguntas que não foram percebidas antes pelo ensinante. Mas agora, ao ensinar, não como um burocrata da mente, mas reconstruindo os caminhos de sua curiosidade – razão por que seu corpo consciente, sensível, emocionado, se abre às adivinhações dos alunos, à sua ingenuidade e à sua criatividade – o ensinante que assim atua tem, no seu ensinar, um momento rico de seu aprender. O ensinante aprende primeiro a ensinar mas aprende a ensinar ao ensinar algo que é reaprendido por estar sendo ensinado." Paulo Freire

#gestaodaavaliacao
#profmarcioruben

sexta-feira, 8 de maio de 2020

Diretrizes para Avaliação para a América Latina e o Caribe

AVALIE SEUS PROCESSOS PARA OBTER EXCELENTE PRODUTO

Todo produto final com excelência depende de um processo bem sucedido. Sem um processo eficiente (produção) e eficaz (prático) não se tem efetividade e produto final excelente. Por isso o planejamento de um projeto e a execução dos processos podem ser divididos em projetos ágeis, isto é, micro processos bem sucedidos dentro de um macro processo também logicamente bem sucedido.
#profmarcioruben


Diretrizes para Avaliação para a América Latina e o Caribe

Vídeo Explicativo



A Rede de Monitoramento, Avaliação e Sistematização da América Latina e do Caribe (ReLAC), em colaboração com o Projeto Fomento das Capacidades em Avaliação (FOCEVAL), do Ministério de Planejamento e Política Econômica da Costa Rica (MIDEPLAN), e o Instituto Alemão de Avaliação da Cooperação para o Desenvolvimento (DEval), durante os anos 2014 e 2015, incentivaram um amplo processo de consultas e reuniões com especialistas para a formulação de um documento de diretrizes para a avaliação, tendo como referência, ao mesmo tempo, os documentos de diretrizes das principais associações de avaliadores dos Estados Unidos, Canadá, Europa, África e de diversas entidades internacionais.
Na região da América Latina e do Caribe, o campo se caracteriza por uma demanda crescente de avaliações em contraste com um desenvolvimento incipiente de capacidades e limitados recursos profissionais; por uma realidade complexa caracterizada pela diversidade social, cultural e Lingüística; e grandes brechas de bem estar e acesso aos recursos.
Neste documento, as diretrizes estão agrupadas em três áreas e cinco dimensões chave. São apresentadas as suas definições de forma breve e mais precisa possível. As diretrizes serão revisadas periodicamente visando recolher e incorporar as recomendações e aportes que surjam da experiência de sua aplicação. Este é o primeiro documento que se coloca a serviço dos profissionais e instituições interessadas no campo da avaliação de programas e projetos de desenvolvimento.

Com a formulação deste documento se busca promover avaliações de qualidade, desenvolvimento de capacidades e a aplicação de princípios e critérios éticos para a boa prática profissional, considerando a diversidade de contextos que caracteriza a região. O objetivo é contribuir para o desenvolvimento de um marco comum de referencia que sirva de orientação para a obtenção de avaliações com altos padrões de qualidade, a formação e prática profissional, a facilitação da comunicação entre os atores participantes, a aprendizagem e geração de conhecimentos a partir da prática profissional e o fomento de uma cultura de avaliação e responsabilização social.

sábado, 2 de maio de 2020

O que é Mapa de Processos e Resultados (MaPR)?


 O que é Mapa de Processos e Resultados (MaPR)?



  • "O MaPR é um arquétipo instrumental que explicita os processos críticos de um programa, seus marcos e entregas no tempo, as conexões de suas atividades, as relações de antecedências e dependências entre elas, o contexto e os pressupostos de operação do programa, e que subentende que os resultados e impactos do programa advêm da interação de componentes e das condições particulares em que o programa “vive”, opera e se transforma. Com tal conceituação, não deve ser entendido como um diagrama que explicita as hipóteses de relações causais específicas de dimensões ou variáveis em um projeto de pesquisa acadêmico aplicado de avaliação de programas ou em desenhos de pesquisa de avaliação quasi-experimental. Ao contrário desses últimos, orientados na busca de atribuição de relações de causalidade entre componentes específicos do programa sobre variáveis potencialmente impactadas por um programa, o MaPR se presta a uma leitura mais compreensiva de como funcionam, de fato, programas sociais complexos, operados com interveniência de muitos agentes, sob contextos e condições tão diversas pelo país. 
  • O MaPR oferece uma narrativa de associação/causalidade mais compreensiva e realista das atividades do programa para a mitigação do problema social originário, ao orientar a interpretação dos resultados como consequência, não de um fator ou atividade específica, mas do “pacote conjugado” composto de atividades, condições de operação e contexto do programa. Há certamente semelhanças conceituais e instrumentais entre o MaPR e outras ferramentas usadas nas técnicas de Desenho de Projetos ou Planejamento Estratégico como modelo lógico, árvore de soluções, diagrama de descritores, mapas estratégicos e mapa de produtos. 
  • O MaPR não é um instrumento de coordenação e controle de atividade de projetos, pois não tem o detalhamento que modelos lógicos preconizam; não é ferramenta para diagnósticos de problemáticas sociais para fins de desenho de um programa, pois já explicita um modelo de intervenção; não é recurso específico para comunicação e alinhamento estratégico para projetos multidepartamentais como se prestam os mapas estratégicos, tampouco é um documento de apresentação analógica para fins de auditoria de desempenho operacional como o mapa de produtos. Na realidade, é um pouco de tudo isso, ao oferecer uma narrativa articulada do funcionamento de um programa e da conexão de seus componentes na busca dos resultados e impactos deste, baseado em um “paradigma eclético” de entendimento dos problemas sociais ou em um modelo mais pragmático e, possivelmente, já experimentado de intervenção sobre a realidade. A diferença do MaPR em relação a esses outros instrumentos é que ele é um recurso metodológico para descrever o programa social em questão, para fins de especificação de pesquisas de avaliação e sistemas de monitoramento de programas complexos. Ao explicitar quais são os processos-chave de um programa, quais são as atividades críticas na sua operação cotidiana, o MaPR aponta quais são os processos e componentes que se devem ter indicadores para compor o painel de monitoramento do programa. 
  • Ao apresentar esquematicamente o programa e seus componentes - processos, produtos e resultados – o MaPR evidencia os possíveis “objetos de estudo” de pesquisas de avaliação. Com um recurso dessa natureza, aumentam-se as chances de se elaborar pesquisas de avaliação e sistemas de monitoramento que possam trazer insumos relevantes e instrumentais para inovação na gestão de programas e aprendizagem organizacional na Administração Pública."

Cadernos de Estudos Desenvolvimento Social em Debate. – N. 27 (2016)


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EXEMPLOS DE MaPR








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