quinta-feira, 26 de setembro de 2019

IV Ciclo de Debates em Avaliação

VENHA! VOCÊ É NOSSO CONVIDADO.
GRATUITO COM DIREITO A CERTIFICADO PELA FACULDADE CESGRANRIO!

IV  Ciclo  de  Debates  em  Avaliação

A Coordenação do Curso Superior de Tecnologia em Gestão da Avaliação –Faculdade CESGRANRIO –tem a honra de convidá-lo para uma manhã de reflexões sobre Avaliação.

Dia  28  de  setembro  de  2019  –sábado-às  10:00  horas

Avaliação  do  Projeto  Apostando  no  Futuro (Fundação  CESGRANRIO)

Palestrante  Convidada:  Profª Rosa  Maria  Torte da  Cunha Assistente  de  projetos  especiais  da  Fundação  CESGRANRIO. 

Possui  graduação  em  Pedagogia  pela Faculdade  de  Filosofia  Ciências  e  Letras  de  Nova  Iguaçu  (1975)  e  mestrado  em  Educação  pela Universidade  Salgado  de  Oliveira  (2000). 

Tem  experiência  na  área  de  Educação,  com  ênfase  em Planejamento  e  Avaliação  Educacional,  atuando  principalmente  nos  seguintes  temas:  avaliação, projetos  sociais,  integração  escola-comunidade,  educação  de  jovens  e  adultos,  inclusão  social, diversidade  e  editoração  científica.

Auditório  da  Faculdade  CESGRANRIO Rua  Cosme Velho,  155  –Cosme Velho  –Rio  de  Janeiro www.facesg.edu.br

GRANDE OPORTUNIDADE PARA CONHECER UM POUCO MAIS SOBRE GESTÃO DA AVALIAÇÃO, UMA DISCIPLINA QUE TEM CRESCIDO SUA ATUAÇÃO NOS ÚLTIMOS ANOS.
#profmarcioruben


sábado, 21 de setembro de 2019

Autonomia do Educando

Autonomia do Educando


"Ao pensar sobre o dever que tenho, como professor, de respeitar a dignidade do educando, sua autonomia, sua identidade em processo, devo pensar também, como já salientei, em como ter uma prática educativa em que aquele respeito, que sei dever ter ao educando, se realize em lugar de ser negado. Isto exige de mim uma reflexão crítica permanente sobre minha prática através da qual vou fazendo a avaliação do meu próprio fazer com os educandos. O ideal é que, cedo ou tarde, se invente uma forma pela qual os educandos possam participar da avaliação. É que o trabalho do professor é o trabalho do professor com os alunos e não do professor  consigo mesmo. Esta avaliação crítica da prática vai revelando a necessidade de uma série de virtudes ou qualidades sem as quais não é possível nem ela, a avaliação, nem tampouco o respeito do educando." Paulo Freire
[21/9 07:31] Márcio Ruben: Pedagogia da Autonomia

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Aula com Profª Thereza Pena Firme

AULA COM A PROFESSORA THEREZA PENA FIRME FACULDADE CESGRANRIO

Um noite extraordinária, aula excepcional.
"Quando o homem descia na lua, eu descia da minha lua, terminava o meu doutorado".
"Um grande maestro foi parado por um anjo que lhe disse: Tenho uma excelente notícia para lhe dar, o senhor vai reger o coral celestial. - O maestro ficou muito feliz. Aí o anjo lhe disse. Tenho outra notícia, talvez não tão boa. - Amanhã às 10 horas está marcado o primeiro ensaio."
Serão oito encontros sobre avaliação com uma senhora de 91 anos que muito nos tem para ensinar. Deus a abençoe! No final ainda conversamos pessoalmente sobre Paulo Freire, Pedagogia, Filosofia e Teologia!
Juntos preciosos participantes diretor e coordenador da Faculdade e outros.





quinta-feira, 12 de setembro de 2019

LISTA-CHAVE DE VERIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO (KEC).



LISTA-CHAVE DE VERIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO

LISTA-CHAVE DE VERIFICAÇÃO DA AVALIAÇÃO (KEC).
Michael Scriven - Avaliação Um Guia de Conceitos


  1. DESCRIÇÃO: O que será avaliado? A descrição deve fornecer uma visão geral e um método de identificação do mesmo programa.
  2. ANTECEDENTES E CONTEXTO: A base da perspectiva e delineamento. (formativa vs. somativa, rigorosa vs. ritualística, baseada em objetivos vs. livre de objetivos...).
  3. CONSUMIDOR: Quem é impactado pelos efeitos diretos e indiretos do avaliado, o 'grupo impactado ao final da linha'.
  4. RECURSOS: O que está disponível para uso pelo ou para o avaliado?
  5. VALORES: A fonte dos parâmetros para converter fatos em conclusões avaliativas.
  6. PROCESSO: Aplicam-se os valores identificados no ítem 5 ao processo que identificou-se na Descrição (ítem 1). Em seguida aplica-se aos Recursos (ítem 4).
  7. RESULTADOS: Quais efeitos são produzidos pelo avaliado, intencionais ou não?
  8. CUSTOS: Monetário vs. Psicológico vs. De pessoal vs. Tempo vs. Espaço; inicial de. Recorrente; direto vs. Indireto; nominal vs. Descontado; atual vs de oportunidade; por componentes; quando apropriados.
  9. COMPARAÇÕES: com opções alternativas - inclua opções reconhecidas e não reconhecidas, as disponíveis atualmente das que podem ser construídas.
  10. GENERABILIDADE: Utilidade, se usado por ou para outras pessoas/ lugares/tempos/versões.
  11. SIGNIFICÂNCIA: Uma classificação da importância geral, aplicada a uma síntese, custo-eficácia.
  12. RECOMENDAÇÕES: Elas podem ou não serem solicitadas, e podem ou não acompanhar uma avaliação.
  13. RELATÓRIO: O vocabulário, extensão, formato, meio, tempo, localização e pessoal para apresentação.
  14. META-AVALIAÇÃO: Este ponto de verificação é a ligação para um segundo nível de avaliação - Avaliação da avaliação da avaliação).
DICIONÁRIO DA AVALIAÇÃO (ACESSO RESTRITO)

quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Thesaurus Brasileiro da Educação

Thesaurus Brasileiro da Educação

thesaurus é um instrumento que reúne termos escolhidos a partir de uma estrutura conceitual previamente estabelecida e destinados à indexação e à recuperação de documentos e informações num determinado campo do saber.
Thesaurus Brasileiro da Educação (Brased) é um vocabulário controlado que reúne termos e conceitos, extraídos de documentos analisados no Centro de Informação e Biblioteca em Educação (Cibec), relacionados entre si a partir de uma estrutura conceitual da área. Estes termos, chamados descritores, são destinados à indexação e à recuperação de informações. Não é simplesmente um dicionário, mas um instrumento que garante aos documentalistas e pesquisadores o processamento e a busca destas informações. Acesse Thesaurus da Educação Brasileira INEP
 Thesaurus da Educação Brasileira - INEP

terça-feira, 10 de setembro de 2019

Dicionário da Avaliação

O Dicionário reúne ensinos
De Michael Patton, Michel Scriven e outros.

Tipos de Avaliação
BASEADO NOS ESCRITOS DE MICHAEL SCRIVEN

AVALIAÇÃO
O processo de determinação do mérito, valor ou valor de algo;  ou o produto desse processo. As características especiais da avaliação, como um tipo particular de investigação (distinto, por exemplo, da pesquisa empírica tradicional nas ciências sociais).

Avaliação Absoluta
Avaliação expressa categórica ou incondicionalmente, em vez de relativamente, a determinado conjunto de valores.

Avaliação Arquitetônica
Envolve uma estrutura de lógica e uma camada externa de estética.

Avaliação autorrealizada
Avaliação reativa que traz à tona sua própria verdade e não seria verdadeira sem que fosse anunciada ou publicada.

Avaliação Autorrefutante
Avaliação cuja publicação traz à tona sua falsificação.

Avaliação Baseada em Objetivos
Qualquer tipo de avaliação baseada nas metas e objetivos do programa, pessoa ou produto, bem como no conhecimento destes e referenciada a eles.

Avaliação Baseada no Consumidor
Abordagem para a avaliação de (normalmente) um programa que começa com e se concentra no impacto sobre o consumidor ou clientela, ou – para ser mais exato – em total a população impactada.

Avaliação Conjunta
Avaliadores individuais de um grupo de projetos colaboram com um 'avaliador de grupo' para identificar problemas especiais que possivelmente possam solucionar juntos.

Avaliação da Implementação
Retorno ao mero monitoramento dos resultados de um programa. É mais fácil implementar; é mais difícil melhorar.

Avaliação de Alunos
Pode significar avaliação dos alunos, normalmente realizada por seus instrutores, realizada por alunos, normalmente de seus instrutores, avaliação do trabalho dos alunos, isto é, avaliação de desempenho.

Avaliação de argumentos
Distanciando-se do tudo ou nada, este tipo de avaliação avalia argumentos como mais fortes ou mais fracos, melhores ou piores. É apenas parte da lógica informal.

Avaliação de caixa-preta
Termo que se refere pejorativamente a uma avaliação somativa global, normalmente breve, é fornecida sem quaisquer sugestões para melhoria.

Avaliação de Componentes
Um componente de algo avaliado normalmente é uma parte física ou temporalmente discreta dele. A avaliação global ou holística de algo, pelo contrário, não envolve qualquer identificação, tampouco avaliação de seus componentes.

Avaliação de Desempenho
Avaliação de uma realização específica, na forma de resultado ou processo. Distingui-se avaliação pessoal de avaliação de desempenho.

Avaliação de Discrepância
Identifica as lacunas entre objetivos vinculados ao tempo (marcos) e o desempenho real nas dimensões dos objetivos.
(continua...)
 ...

Dicionário da Avaliação acesso restrito
E-mail gestaodaavaliacao@gmail.com
Dicionário da Avaliação
https://dicionarioava.blogspot.com/2019/08/dicionario-de-avaliacao.html?m=1
https://dicionarioava.blogspot.com/2019/08/dicionario-de-avaliacao.html?m=1

sábado, 7 de setembro de 2019

OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento

OCDE - Organização para a Cooperação e Desenvolvimento
A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE, ou OECD, em inglês) é uma organização internacional dos países desenvolvidos comprometida com os princípios da democracia representativa e da economia de livre mercado. Sua sede fica em Paris, na França. Foi criada em 30 de setembro de 1961, sucedendo à Organização para a Cooperação Econômica Européia, criada em 16 de abril de 1948.
Objetivo
• apoiar um crescimento económico duradouro;
• desenvolver o emprego;
• aumentar o nível de vida;
• manter a estabilidade financeira;
• ajudar os outros países a desenvolverem as suas economias;
• contribuir para o crescimento do comércio mundial.
A OCDE também partilha os seus conhecimentos e troca de ideias com mais de 100 outros países e economias, desde o Brasil, China, Rússia e África do Sul até os países menos desenvolvidos da África.

A Dezembro de 2012, a OCDE tem 25 estados não membros com o estatuto de observadores ou participantes de pleno direito nas suas Comissões. Cerca de 50 não membros participam nos grupos de trabalho, regimes ou programas. A OCDE mantém um diálogo político com o propósito de partilhar as opiniões sobre quais são as melhores práticas a seguir.


Diretrizes para multinacionais
Conceito e Princípios
1. As Diretrizes são recomendações conjuntamente dirigidas pelos governos às empresas multinacionais. Estabelecem princípios e padrões de boa prática, consistentes com a legislação aplicável e os padrões reconhecidos internacionalmente.
2. Os negócios internacionais sofreram grandes alterações estruturais e as próprias Diretrizes evoluíram de modo a refletir essas mudanças. Com o crescimento das indústrias de conhecimento intensivo e a expansão da economia da internet, as empresas de serviços e tecnologia desempenham um papel cada vez mais importante no mercado internacional.
3. As empresas também promoveram o diálogo social sobre o que constitui conduta responsável empresarial e trabalharam com as partes interessadas, inclusive no contexto de iniciativas multiparticipativas (multi-stakeholder) para desenvolver orientações para a conduta responsável das empresas.
4. A OCDE tem contribuído com aspectos importantes para este processo (padrão internacional) através do desenvolvimento de padrões que abrangem áreas como meio ambiente, luta contra a corrupção, interesses do consumidor, governança corporativa e tributação.
As empresas devem:
1. Contribuir para o progresso econômico, ambiental e social, de forma a assegurar o desenvolvimento sustentável.
2. Respeitar os direitos humanos reconhecidos internacionalmente dos afetados por suas atividades.
3. Encorajar a construção de capacidades em nível local em estreita cooperação com a comunidade local, incluindo os interesses empresariais, bem como desenvolvendo as atividades da empresa nos mercados nacional e internacional, de forma compatível com a necessidade de boas práticas comerciais.
4. Encorajar a formação de capital humano, nomeadamente criando oportunidades de emprego e facilitando a formação dos trabalhadores.
As empresas devem:
1. Contribuir para o progresso econômico, ambiental e social, de forma a assegurar o desenvolvimento sustentável.
2. Respeitar os direitos humanos reconhecidos internacionalmente dos afetados por suas atividades.
3. Encorajar a construção de capacidades em nível local em estreita cooperação com a comunidade local, incluindo os interesses empresariais, bem como desenvolvendo as atividades da empresa nos mercados nacional e internacional, de forma compatível com a necessidade de boas práticas comerciais.
4. Encorajar a formação de capital humano, nomeadamente criando oportunidades de emprego e facilitando a formação dos trabalhadores.
5. Abster-se de procurar ou aceitar exceções não previstas no quadro legal ou regulamentar, relacionados a direitos humanos, meio ambiente, saúde, segurança, trabalho, tributação, incentivos financeiros ou outros assuntos.
6. Apoiar e defender os princípios da boa governança corporativa.
7. Elaborar e aplicar práticas de autorregulação e sistemas de gestão eficazes.
8. Promover conscientização e cumprimento por parte dos trabalhadores empregados pelas empresas multinacionais no que diz respeito às políticas da empresa através de divulgação adequada dessas políticas, inclusive através de programas de formação.
Obs: Além de promover nas empresas a saúde ocupacional, empregar pessoal local. Estabelecer e manter um sistema de gestão ambiental apropriado à empresa: impacto positivo no ambiente, A fixação de objetivos mensuráveis e, quando apropriado, de metas no que se refere à melhoria do seu desempenho ambiental e utilização de recursos. Monitoramento do progresso. Manter planos de contingência para prevenir, mitigar e controlar danos graves causados por suas atividades ao meio ambiente e à saúde, incluindo os acidentes e situações de emergência; estabelecendo os mecanismos necessários para alertar de imediato as autoridades competentes.
Combate à Corrupção, à Solicitação de Suborno e à Extorsão
As empresas não deverão, direta ou indiretamente, oferecer, prometer, dar ou solicitar suborno ou outras vantagens indevidas, com vistas a obter ou conservar negócios ou outras vantagens inapropriadas. As empresas deverão, também, resistir à solicitação de suborno e extorsão.
Interesses do Consumidor
Ao tratarem com os consumidores, as empresas deverão reger-se por práticas corretas e justas no exercício das suas atividades comerciais, publicitárias e de comercialização, devendo tomar todas as medidas razoáveis para garantir a qualidade e a confiabilidade dos bens e dos serviços que forneçam.
Concorrência
As empresas deverão:
Realizar suas atividades de maneira consistente com todas as leis e regulamentações de concorrência aplicáveis, levando em conta a legislação sobre concorrência de todas as jurisdições em que as atividades possam ter efeitos anticoncorrenciais.
Tributação
É importante que as empresas contribuam para as finanças públicas dos países de acolhimento, cumprindo pontualmente as obrigações fiscais que lhes competirem.
Fonte http://www.fazenda.gov.br/assuntos/atuacao-internacional/ponto-de-contato-nacional/diretrizes-da-ocde-para-empresas-multinacionais em 07 de setembro de 2019.

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