domingo, 14 de outubro de 2018

Semana Cultural Cesgranrio

Semana Cultural Cesgranrio



O Centro Cultural da Fundação Cesgranrio apresenta, entre os dias 23 e 30 de outubro de 2018, a primeira edição da Semana Cultural Cesgranrio, um evento gratuito que celebra as diversas expressões artísticas brasileiras.

Importantes nomes da cena cultural do país, como Fernanda Montenegro, Elza Soares, Baby do Brasil, Jout Jout, Nelson Sargento, Andrea Beltrão e Gregório Duvivier se apresentam durante oito dias, em mais de 30 atrações espalhadas pelo campus da Fundação Cesgranrio, no bairro carioca do Rio Comprido.  

Reunindo teatro, música, dança, literatura, audiovisual e artes plásticas, o evento marca fortemente a importância da interculturalidade e oferece ao público de todas as idades a oportunidade de desfrutar de shows, exposições, debates, palestras e oficinas de excelente qualidade.

quinta-feira, 4 de outubro de 2018

A DESCONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE – MÁRCIO RUBEN


A DESCONSTRUÇÃO DA IDENTIDADE – MÁRCIO RUBEN

Identidade na Modernidade
O paradigma da noção substancial de identidade no pensamento moderno remonta ao cogito cartesiano: o Eu como essência e unidade, fixo, essencialmente inato e inalterável.
De forma bem distinta, autores tão diferentes como Hume, Kierkegaard, Marx, Nietzsche ou Sartre consideram, pelo contrário, a identidade essencialmente como resultado de uma construção do próprio Eu: o sujeito enquanto projeto de cada indivíduo, criado ao longo da sua vida e desenvolvido pela ação, o "Eu com uma dimensão infinita" que permite a cada um escolher a sua própria identidade.

A crítica Pós-moderna

A crítica à noção moderna de identidade - o eu como realidade profunda, substancial, coerente e dotado de força emancipatória - que logo toma a forma de uma refutação das próprias noções de sujeito e identidade, apresentadas como mito, ilusão, puras construções da linguagem e (ou) do poder. Versões particulares, mas com variações mínimas desta narrativa surgem na "genealogia da alma moderna" de Foucault, no sujeito como resíduo, sem identidade fixa, radicalmente descentrado, errático e esquizoide de Deleuze.

A Autonomia
A autonomia descentrada em todas estas dimensões define a imagem de um sujeito capaz de "dispor criativamente das suas necessidades, de apresentar a sua própria vida de uma forma eticamente refletida e de proceder à aplicação das normas universais de modo adequado ao contexto" (Honneth, 1993: 271).

A identidade cultural na pós-modernidade
“O sujeito previamente vivido como tendo uma identidade estável e unificada, está se tornando fragmentado; composto não de uma única, mas de várias identidades, algumas vezes contraditórias ou não resolvidas” (Hall, 2001, p. 12). Ele pode assumir identidades diferentes em diferentes momentos e, obviamente, elas não estarão unificadas em torno do “eu” coerente. A segurança e a coerência de uma identidade plena são apenas uma fantasia.
Sem um centro estável, além da desarticulação da coerência do passado, há a possibilidade de novas articulações no presente. Ou seja, a criação de novas identidades.

domingo, 16 de setembro de 2018

Scielo - Livros sobre Avaliação

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 Scielo - Livros  sobre Avaliação

(eISBN:9788523209315)
Organizador(es): Lordêlo, José Albertino Carvalho; Dazzani, Maria Virgínia
Editora: EDUFBA
Idioma(s): Português
Ano: 2009
Sinopse: A avaliação do contexto da instituição educacional pode ser vista de vários ângulos, desde o ponto de vista estritamente didático e das estratégias de avaliação da aprendizagem escolar até questões epistemológicas, sociais e políticas que estão implicadas na instituição educacional e em outras instituições que envolvem relações de saber-poder. Esse livro expressa um explícito compromisso com a qualidade e democratização da educação e praticando um diálogo que envolve muitas vozes. Esse compromisso será compartilhado com o leitor, especialista ou não.
2.
(eISBN:9788561673550)
Organizador(es): Rossit, Rosana Ap. Salvador; Storani, Karin
Editora: Editora Fap-Unifesp
Idioma(s): Português
Ano: 2010
Sinopse: A fim de atuar com eficiência e eficácia, é imprescindível que o processo educacional, principalmente o que se realiza na universidade, seja avaliado permanentemente quanto ao desempenho da instituição, bem como quanto ao desenvolvimento da aprendizagem do aluno. Os autores traçam uma retrospectiva da avaliação, percorrendo um longo caminho que vai dos anos de 1930 até hoje. Estabelecem clara distinção entre avaliação formativa e avaliação somativa, explicando seus limites e alcances com exemplos elucidativos. Ressalte-se a contribuição dos autores para enfrentar um fenômeno bastante novo: como avaliar os estudantes quando se trabalha com Educação a Distância? O que dizer sobre o recurso à informática ao longo do processo educacional? Os textos abrangem diferentes áreas do conhecimento: das ciências exatas às ciências da saúde, das ciências humanas às ciências sociais aplicadas.
3.
(eISBN:9788523209346)
Organizador(es): Tenório, Robinson Moreira; Vieira, Marcos Antônio
Editora: EDUFBA
Idioma(s): Português
Ano: 2009
Sinopse: O livro é uma coletânea de artigos produzidos nos dois últimos anos pelo Grupo de Avaliação da FACED. São 11 artigos produzidos por 16 autores, imprimindo um caráter multidisciplinar e interdisciplinar ao conjunto da obra.
4.
(eISBN:9788575414033)
Organizador(es): Hartz, Zulmira Maria de Araújo
Editora: Editora FIOCRUZ
Idioma(s): Português
Ano: 1997
Sinopse: Emerge da convicção sobre a efetividade possível das ações programáticas para evitar ou reduzir o sofrimento causado pelos problemas de saúde. Reúne especialistas brasileiros e canadenses para discutir conceitos e métodos da avaliação na saúde, valendo-se, como exemplo, de desenho metodológico na implantação de um programa em sistemas locais de saúde no Nordeste brasileiro. Com texto fluente e atual, a coletânea incita a transpor a "tradição" do planejamento, diferenciando conceitos de avaliação normativa e pesquisa avaliativa, para favorecer o conhecimento das práticas em saúde na pesquisa-ação sobre serviços.
5.
(eISBN:9788575412411)
Editora: Editora FIOCRUZ
Idioma(s): Português
Ano: 1999
Sinopse: Sem cair no diletantismo acadêmico tão comum ao se abordar um tema de ponta, contemporâneo e fascinante como o que é tratado neste livro, os autores objetivam, por meio do resgate de fundamentos conceituais e do surgimento de inovações relacionadas ao manejo de risco com avaliação e gestão, introduzir avanços tecnológicos ainda não aplicados em nosso país. Como resultado, uma reflexão sobre planejamento, gestão, processos e modelos de promoção da saúde ambiental e, ainda, avaliação de riscos ambientais à saúde humana e aos ecossistemas. Instiga o diálogo entre cientistas, planejadores e usuários da saúde coletiva e da engenharia sanitária, o que certamente possibilitará melhores práticas sociais e científicas para ambos os campos.

Avaliação Educacional: desatando e reatando nós

desatando e reatando nós
A avaliação do contexto da instituição educacional tem sido objeto de uma vastíssima literatura especializada – de artigos e teses acadêmicas – e produzido incontáveis livros. Podemos tratar desse tema de vários ângulos, desde o ponto de vista estritamente didático e das estratégias de avaliação da aprendizagem escolar até questões epistemológicas, sociais e políticas que estão implicadas na instituição educacional e em outras instituições que envolvem relações de saber-poder.
O Brasil de hoje ainda tem um grande desafio: uma educação que concilie, de um lado, a qualidade e excelência e, do outro, que pratique valores que contribuam para a democratização da sociedade.
Todos temos – mesmo que apenas empiricamente – uma ideia das dificuldades pedagógicas, econômicas e políticas, como se fossem “nós cegos”, que precisamos enfrentar e desatar para que esse grande desafio seja superado. Do mesmo modo, são muitas e diferentes as perspectivas que estão em frequente disputa para interpretar e propor novas estratégias, tais como pontas soltas que devemos nos esforçar para convergir e “amarrar”. (Texto do livro Avaliação Educacional: desatando e reatando nós)

 Avaliação Educacional

As concepções da verdade Grego, latim e hebraico

As concepções da verdade grego, latim e hebraico

Nossa ideia da verdade foi construída ao longo dos séculos, a partir de três concepções diferentes, vindas da língua grega, da latina e da hebraica. Em grego, verdade se diz  aletheia, significando: não-oculto, não-escondido, nãodissimulado. O verdadeiro é o que se manifesta aos olhos do corpo e do espírito; a verdade é a manifestação daquilo que é ou existe tal como é. O verdadeiro se opõe ao falso,  pseudos, que é o encoberto, o escondido, o dissimulado, o que parece ser e não é como parece. O verdadeiro é o evidente ou o plenamente visível para a razão. Assim, a verdade é uma qualidade das próprias coisas e o verdadeiro está nas próprias coisas. Conhecer é ver e dizer a verdade que está na própria realidade e, portanto, a verdade depende de que a realidade se manifeste, enquanto a falsidade depende de que ela se esconda ou se dissimule em aparências. Em latim, verdade se diz  veritas  e se refere à precisão, ao rigor e à exatidão de um relato, no qual se diz com detalhes, pormenores e fidelidade o que aconteceu. Verdadeiro se refere, portanto, à linguagem enquanto narrativa de fatos acontecidos, refere-se a enunciados que dizem fielmente as coisas tais como foram ou aconteceram. Um relato é veraz ou dotado de veracidade quando a linguagem enuncia os fatos reais. A verdade depende, de um lado, da veracidade, da memória e da acuidade mental de quem fala e, de outro, de que o enunciado corresponda aos fatos acontecidos. A verdade não se refere às próprias coisas e aos próprios fatos (como acontece com a  aletheia), mas ao relato e ao enunciado, à linguagem. Seu oposto, portanto, é a mentira ou a falsificação. As coisas e os fatos não são reais ou imaginários; os relatos e enunciados sobre eles é que são verdadeiros ou falsos. Em hebraico verdade se diz  emunah  e significa confiança. Agora são as pessoas e é Deus quem são verdadeiros. Um Deus verdadeiro ou um amigo verdadeiro são aqueles que cumprem o que prometem, são fiéis à palavra dada ou a um pacto feito; enfim, não traem a confiança. A verdade se relaciona com a presença, com a espera de que aquilo que foi prometido ou pactuado irá cumprir-se ou acontecer.  Emunah  é uma palavra de mesma origem que amém, que significa: assim seja. A verdade é uma crença fundada na esperança e na confiança, referidas ao futuro, ao que será ou virá. Sua forma mais elevada é a revelação divina e sua expressão mais perfeita é a profecia. Aletheia  se refere ao que as coisas  são;  veritas  se refere aos fatos que  foram; emunah  se refere às ações e  as coisas que  serão. A nossa concepção da verdade é uma síntese dessas três fontes e por isso se refere às coisas presentes (como na aletheia), aos fatos passados (como na  veritas) e às coisas futuras (como na emunah). Também se refere à própria realidade  (como na  aletheia), à linguagem (como na  veritas) e à confiança-esperança (como na  emunah). Palavras como  “averiguar”  e  “verificar”  indicam buscar a verdade;  “veredicto”  é pronunciar um julgamento verdadeiro, dizer um juízo veraz;  “verossímil”  e “verossimilhante”  significam: ser parecido com a verdade, ter traços semelhantes aos de algo verdadeiro.
Texto de Convite à Filosofia Marilena Chauí editora Ática.

R (linguagem de programação)


R (linguagem de programação)

R é uma linguagem e também um ambiente de desenvolvimento integrado para cálculos estatísticos e gráficos.
Foi criada originalmente por Ross Ihaka e por Robert Gentleman no departamento de Estatística da universidade de AucklandNova Zelândia, e foi desenvolvido em um esforço colaborativo de pessoas em vários locais do mundo.[3]
O nome R provém em parte das iniciais dos criadores[4] e também de um jogo figurado com a linguagem S (da Bell Laboratories, antiga AT&T).
R é uma linguagem e um ambiente similar ao S - podendo ser considerado uma implementação distinta do S embora com algumas diferenças importantes. Muitos códigos escritos para o S podem ser executados inalterados no R. A implementação comercial de S é S-PLUS.
O código fonte do R está disponível sob a licença GNU[5][6] GPL e as versões binárias pré-compiladas são fornecidas para WindowsMacintosh, e muitos sistemas operacionais Unix/Linux.
R é também altamente expansível com o uso dos pacotes, que são bibliotecas para sub-rotinas específicas ou áreas de estudo específicas.
Um conjunto de pacotes é incluído com a instalação de R, com muito outros disponíveis na rede de distribuição do R (em inglês CRAN).
A linguagem R é largamente usada entre estatísticos e analistas de dados para desenvolver software de estatística[7][8] e análise de dados.[8] Pesquisas e levantamentos com profissionais da área mostram que a popularidade do R aumentou substancialmente nos últimos anos.[9][10][11]

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